Conecte com a gente

🗞️ Wagner Jung

Wagner Jung: “A permanência de Rodrigo Caetano é a garantia de cura do Inter”

foto: Sc Internacional - Ricardo Duarte

Quando o Internacional contratou Rodrigo Caetano aquele velho fantasma do ex-Grêmio pairou sobre algumas desconfianças. Personalidades do futebol e analistas avaliavam até de certa forma arriscada a chegada do executivo que havia feito um trabalho discreto em frente ao milionário Flamengo. Entretanto, a inteligência e a sabedoria desenvolvida por Caetano é algo invejável a muitos profissionais da área, é um profissional de renome nacional e sem dúvidas referência na área executiva no Brasil. Isso lhe deram as credenciais para trabalhar no até então bagunçado Internacional.

 

O Inter vinha de uma desastrosa série B, onde utilizou 3 técnicos tendo no seu terceiro a chance de ver ventos melhores. Fez boas contratações, entre elas Cuesta, Edenílson, mas a segunda colocação da segunda divisão deu o amargo status de um time que brigaria para não cair no ano seguinte. Em um começo tenebroso, tudo se encaminhou para que realmente acontecesse algo assim, as questões não eram as contratações e sim, o vestiário. O homem que traria a tranquilidade as modificações e imposições que o Odair precisava fazer, o famoso respaldo. E como um passe de mágica, aconteceu a partir do Inter e Chapecoense, foi ali que o colorado disparou para o que seria sua melhor campanha no primeiro turno de um Brasileirão. Depois, trouxe Guerrero, uma decepção injusta, já que nada me tira da minha cabeça que alguns times mexeram o “pauzinhos” para que o peruano não atuasse no Inter neste ano.

 

Todavia este ano partindo da premissa de que Caetano teria autonomia de trabalhar desde o início da temporada uma nova maré de possíveis títulos estariam por vir. Mais que isso, a certeza de que o colorado estaria galgando um trabalho a longo prazo. Como revelações de jogadores, coisa que não tem acontecido mais. Como boas campanhas em torneios que acontecerão simultaneamente este ano, tendo em vista Libertadores, Copa do Brasil e Brasileiro. Como a contratação de peças necessárias não cometendo erros de nível Cirino, Neris e cia.

Rodrigo Caetano é o fiador da cura a curto prazo do câncer impregnado pela gestão Piffero, que a cada tropeço trocava de técnico como trocava de cueca. Que venha novos tempos e que a permanência de Rodrigo Caetano não seja somente uma promessa política.

Qual a sua opinião?

Mais em 🗞️ Wagner Jung